É preciso que todos os funcionários da empresa estejam sempre conscientes de utilizar o plano médico com responsabilidade

Na comparação com o ano de 2014, as empresas tiveram um aumento médio de 14,8% nos custos de planos médicos para funcionários no último ano. Além disso, o custo médio por trabalhador saltou de R$ 196,17 em 2014 para R$ 225,23 em 2015. Com o avanço, as despesas com planos médicos passaram a representar o equivalente a 11,54% dos gastos com a folha de pagamentos. Em 2012, o índice representava o equivalente a 10,38%. Os dados constam no estudo realizado pela Mercer Marsh Benefícios.
Os fatores fundamentais que impulsionam esse aumento são o avanço da tecnologia, que adiciona e não substitui os antigos exames, novas técnicas cirúrgicas, o aumento do número de medicamento, claro, o interesse maior das pessoas em cuidar da saúde e o envelhecimento da população devido ao aumento da expectativa de vida.
 
Diante desta realidade e com o objetivo de auxiliar o departamento de Recursos Humanos das empresas na busca pela redução dos custos com plano médicos, sem que o serviço ofertado para o quadro funcional perca em qualidade, segue quatro dicas fundamentais.
 
1. Faça uma gestão da saúde da empresa
 
Fazer uma boa gestão da saúde da empresa vai além da simples troca da operadora de plano médico, solução adotada por muitas companhias ainda hoje, buscar informações mais detalhadas sobre a utilização do benefício, investir em comunicação, avaliar o perfil dos empregados, identificar os doentes crônicos, e, finalmente, transformar o usuário em parceiro”.
 
2. Invista em ações de promoção de saúde entre os funcionários
 
A estruturação de programas de qualidade de vida e prevenção é uma prática fundamental para controlar os custos dos planos médicos.  Patrocinar programas de vacinação para os funcionários, incentivar a prática de atividades físicas, adotar programas de nutrição saudável e de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e promover programas para ajudar os colaboradores a abandonar o consumo do cigarro são alguns exemplos de ações que auxiliam na promoção da saúde entre os funcionários da empresa, o que, consequentemente, reduz a utilização do plano médico por parte dos colaboradores.
 
3. Estimule o uso racional do benefício
 
O uso indevido ou inadequado das coberturas oferecidas pelo plano resulta na elevação do índice de sinistralidade. A consequência direta é o aumento das despesas decorrente do número excessivo de consultas, exames e terapias realizados por parte dos beneficiários, os quais muitas vezes se mostram desnecessários.
 
É preciso que todos os funcionários da empresa estejam sempre conscientes de utilizar o plano médico com responsabilidade.
 
O uso adequado, racional e só quando realmente necessário beneficia a todos.
 
4. Adote planos por coparticipação
 
Coparticipação é um mecanismo no qual o empregado assume o pagamento de uma parte do valor da consulta ou do procedimento a ser realizado. É uma maneira de conter custos, sem alterar a rede ou o padrão de atendimento. Além disso, o mecanismo funciona como um moderador de uso, evitando o excesso de utilização indevida pelo segurado. Os termos do plano por coparticipação podem ser discutidos com a empresa em todos os aspectos, como, por exemplo, o percentual a ser cobrado do colaborador em consultas, exames e até mesmo em internações (este último pouco usado). Pode também ser adotado um valor fixo em consultas e um percentual a ser aplicado nos exames, internações, cirurgias, maternidade, entre outros procedimentos.
 
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Fonte da noticia: Segs
 
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