Hoje, segundo a ANS, cerca de 85% dos partos realizados por convênios medicos são cesarianos.
 
Apresentada pela ANS em janeiro deste ano uma resolução normativa para incentivar a realização do parto normal. O objetivo da norma é reduzir o número de cesarianas desnecessárias feitas pelos convênios médicos. Segundo a Agência, este tipo de método pode ocasionar vários riscos à saúde da mulher e do bebê.
 
Sabendo que cada paciente tem seu tempo e que para algumas não é possível esperar todo o trabalho de parto, que dura, em média, 8 horas. A paciente tem o direito de escolher o que é melhor para ela. Tem mulher que tem um parto normal e não sente nada, mas outras não. Tem paciente que aguentam. A intensidade de dor é diferente para cada uma”, disse.
 
O trabalho de parto varia de mulher para mulher, onde as contrações uterinas aumentam de intensidade e frequência, e há o rompimento da bolsa. Geralmente, os primeiros sinais acontecem após as 37 semanas da gestação.
 
A resolução entra em vigor no próximo mês e deve atingir, de acordo com a Agência, 23,7 milhões de mulheres em todo país, beneficiárias de planos de assistência médica. 
 
Hoje, segundo a ANS, cerca de 85% dos partos realizados por convênios medicos são cesarianos. “Já existe uma cultura de fazer cesarianas no Brasil. Quando você proíbe algo não é a forma correta. A mulher é dona do próprio corpo, ela é capaz de decidir e ter informações para saber o que ela quer”, relata o presidente do CRM.
 
Fonte da informação :portalodia
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