Analistas do mercado ponderam que hoje há companhias bastante saudáveis entre as operadoras mais relevantes do mercado.

A quebra da Unimed Paulistana chamou atenção para a falta de alternativas no negócio de planos individuais e  levantou algum temor no mercado de um risco sistêmico no setor de saúde, o que afetaria indiretamente companhias de capital aberto. A modalidade sofre com uma redução de oferta e, nos últimos anos, várias operadoras deixaram de oferecer esses planos por considerarem o negócio pouco atrativo financeiramente.
A explicação para a falta do desinteresse de operadoras pelos planos individuais é o crescimento dos custos com atendimento médico e o controle dos reajustes de preço feito pela ANS. A realidade é que tais planos ainda atendem cerca de 10 milhões de pessoas, 19% do total do mercado, beneficiários que em maior frequência são aposentados e idosos. A falta de alternativas expõe o desafio de como atender essas pessoas.
 
Nos últimos anos, diversas operadoras deixaram de vender novos planos individuais: é o caso de todas as grandes seguradoras, além da Amil e da Intermédica, entre outras.
 
Fonte da noticia : FenaSaude e Diário de Pernambuco
 
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