Isto significa que  a cada R$ 10 que entram no bolso dessas famílias, R$ 1 é gasto com plano de saúde

Segundo dados divulgados pela Ibre-Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, esse tipo de despesa ficou 8,7% mais caro em 2014. No mesmo período, o IPC-3i (Índice de Preços ao Consumidor – Terceira Idade) apresentou alta de 6,62%.
 
“As variáveis de maior peso dentro do IPC-3i são planos de saúde e medicamentos”. No caso dos remédios, a alta foi inferior à inflação, de 3,7%. Porém os planos de saúde venceram a inflação, subiram 8,7%, e, de fato passam a onerar mais as famílias com idosos”.
Na região, o impacto do aumento dos planos médicos é muito significativa. Isso porque essas despesas representam, em média, 3% do orçamento mensal dos domicílios das sete cidades. Reduzindo o recorte apenas para as famílias que têm idosos, o comprometimento chega a 9,1%.
 
“De forma geral, na média, quase 10% da renda são pesados. Isto significa que  a cada R$ 10 que entram no bolso dessas famílias, R$ 1 é gasto com plano de saúde. E uma inflação maior nessa rubrica causa impacto muito grande na remuneração desse indivíduo, que já não é das maiores, pois muitos dependem do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)”.
 
Em valores monetários, conforme recorte da Pesquisa Socioeconômica do Inpes-USCS, o gasto médio mensal da região com plano de saúde é de R$ 134. Considerando apenas os domicílios que contam com ao menos um idoso, essa despesa chega a R$ 380 em média, ou seja, é 183% maior. Ao considerar apenas as residências com idosos, são 57,1% com o serviço privado. Segundo a pesquisa, as famílias nessas condições avaliaram com nota 4,7, de zero a dez, o sistema público de Saúde na região.
 
 
Fonte da noticia :  Diário do Grande ABC
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